17 mai2012

 

Em junho acontece, no Rio de Janeiro, um dos eventos mais importantes para o futuro sustentável do planeta e a OSC Marketing Promocional tem a honra de fazer parte deste momento histórico participando como a produtora executiva dos eventos Prêmio –E, II Gescom e Ted X Rio + 20.

 

O Forte de Copacabana, cravado  na curva que divide Ipanema da “Princesinha do Mar”, como o bairro seria imortalizado por Tom Jobim  nos áureos tempos da Bossa Nova, é o lugar perfeito para sediar eventos paralelos da  Conferência das Nações Unidas.  Na ocasião, o INSTITUTO-E, que tem como missão transformar e posicionar o Brasil como  ”o país do desenvolvimento humano sustentável”, em parceria com Prefeitura do Cidade do Rio de Janeiro e a UNESCO, entregará o Prêmio – E.

 

O prêmio visa identificar e premiar iniciativas socioambientais desenvolvidas nos últimos 20 anos (desde a RIO-92), além de apresentar meios para enfrentar os novos desafios mundiais por uma vida melhor. As categorias do Prêmio-E são baseadas nos seis E’s do Instituto-E: earth (terra), environment (meio ambiente), energy (energia), education (educação), empowerment (empoderamento) e economics (economia), valorizando projetos locais e internacionais.

 

Porém, não é preciso ficar sem fôlego com a grandiosidade de uma missão global como a  proposta pela Rio + 20.  É possível ajudar a salvar o Planeta com pequenas mas significativas ações, como por exemplo, ficar atento à  ‘moda sustentável’.  Assim como os produtos orgânicos ainda são um pouco mais caros, Nina Braga, diretora do Instituto –E , em entrevista ao site Eco Desenvolvimento,  faz um alerta: “ Os preços altos (da moda sustentável) são por conta de escala reduzida e ausência de políticas publicas que façam com que os preços de produtos eco- eficientes não sejam mais caros do que os tradicionais. Por enquanto, apenas as classes com maior poder aquisitivo podem pagar por isto, mas esperamos que, num futuro breve, este panorama se modifique. É preciso questionar as variáveis que compõem a equação custo-benefício. Temos de passar a encarar como muito caro um processo produtivo que leva, em médio prazo, ao esgotamento de recursos naturais e humanos” avisa.

 

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/outubro/entrevista-nina-braga-diretora-do-instituto-e-fala#ixzz1v8bRT3b5

 

OSC
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